Município

São Paulo (Município)

Faixa de maturidade: Estágio intermediário · Média operacional 66.7/100 · Atenção #35

Financiamento: 55.7Governança: 79.3Políticas públicas: 57.1

Fonte no painel oficial: sp-sao-paulo

Fila de atenção

Por que São Paulo (Município) está aqui?

Posição #35 de 51 entes do Painel · índice de prioridade 44.9

São Paulo (Município) aparece na posição #35 porque apresentou necessidade 17 em exposição climática (G3), 50 em vulnerabilidade (G6) e 100 em capacidade de resposta (P5), segundo os indicadores do Painel ClimaBrasil. O índice é um sinalizador de necessidade potencial de atenção — não uma sentença de justiça climática.

  • G3

    Exposição / gestão de riscos

    17

    necessidade · peso 45% · maturidade 84

  • G6

    Vulnerabilidade e equidade

    50

    necessidade · peso 35% · maturidade 50

  • P5

    Capacidade de resposta

    100

    necessidade · peso 20% · maturidade 0

G3 × 45%G6 × 35%P5 × 20%

Fonte exclusiva desta posição: indicadores do Painel ClimaBrasil. Não criamos dado novo — aplicamos uma regra transparente aos componentes selecionados.

O que o Painel já mostra

Diagnóstico a partir dos indicadores-chave

Recorte direto da base oficial do Climathon para São Paulo (Município).

Indicadores de risco, vulnerabilidade, participação, equidade e financiamento
IndicadorSituação
G3A: Mapeamento de riscos climáticos
G6A: Análise de vulnerabilidades sociais
G6B: Participação de grupos vulneráveis
G6C: Equidade nas ações climáticas
F1B: Identificação e rastreamento do gasto climático

Por que isso importa

São Paulo (Município) já conhece parte dos seus riscos e vulnerabilidades, mas apresenta fragilidades no rastreamento do gasto climático. O ClimaJusta organiza essas informações do Painel ClimaBrasil como sinalizador de necessidade potencial de atenção — sem afirmar pagamento, execução de obra ou atendimento a bairros quando a base não comprova, e sem medir justiça climática como veredito.

Itens pontuados

36

Registros no Painel

45

Alertas

1

15 componentes

Pontuação por componente do Painel

Médias operacionais (0/33/67/100) nos componentes G1–G7, P1–P5 e F1–F3 da metodologia oficial.

  • P5 · Políticas públicas

    Defesa civil e risco de desastre

    0.0/100 · 2 itens

  • P4 · Políticas públicas

    Políticas públicas e adaptação

    33.0/100 · 3 itens

  • F1 · Financiamento

    Finanças e gastos públicos

    50.0/100 · 4 itens

  • G6 · Governança

    Justiça climática

    50.0/100 · 2 itens

  • F2 · Financiamento

    Captação de recursos

    67.0/100 · 2 itens

  • G5 · Governança

    Engajamento das partes interessadas

    67.0/100 · 2 itens

  • G7 · Governança

    Atuação do Legislativo e Judiciário

    67.0/100 · 1 itens

  • P1 · Políticas públicas

    Estratégias de mitigação

    77.7/100 · 3 itens

  • P2 · Políticas públicas

    Estratégias de adaptação

    77.7/100 · 3 itens

  • G2 · Governança

    Estrutura governamental

    78.0/100 · 3 itens

  • P3 · Políticas públicas

    Políticas públicas e mitigação

    78.0/100 · 3 itens

  • G3 · Governança

    Gestão de riscos

    83.5/100 · 2 itens

  • G1 · Governança

    Quadro legal e regulatório

    89.0/100 · 3 itens

  • G4 · Governança

    Coordenação horizontal e vertical

    100.0/100 · 3 itens

Maiores lacunas

Itens com menor pontuação

  • 0/100Políticas públicasDefesa civil e risco de desastre

    P5-A · Sem progresso

    O ente conta com instrumento de planejamento voltado ao gerenciamento de riscos geológicos, hidrológicos e hidrogeológicos e de mapeamento de riscos atualizado. Contudo, a metodologia de mapeamento, caracterização e avaliação das áreas de riscos nele empregada não integra uma perspectiva da mudança do clima ao não considerar, por exemplo, projeções de cenários futuros, incertezas ou tendências de longo prazo. O fato foi confirmado pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana em comunicação ao Tribunal de Contas do Município. A carta geotécnica de aptidão à urbanização do município, contudo, conta com avaliação da tendência pluviométrica no município e há trabalho técnico na Divisão de Prevenção propondo critério de hierarquização das áreas de risco a partir das tendências identificadas. No entanto, por tratar-se apenas de proposta, o item foi avaliado como "sem progresso".

  • 0/100Políticas públicasDefesa civil e risco de desastre

    P5-C · Sem progresso

    Não se obteve evidências de que as ações de recuperação pós-desastre adotadas pelo município de São Paulo integram uma perspectiva da mudança do clima.

  • 33/100GovernançaJustiça climática

    Equidade nas ações climáticas · Estágio inicial

    A Política de Mudança do Clima no Município de São Paulo (PMCMSP) não aborda, explicitamente, a justiça climática em seu texto. No entanto, seus princípios incorporam, em parte, noções de justiça climática ao tratar de uma distribuição mais justa dos custos e benefícios ambientais. Essa perspectiva é vista nos princípios do poluidor-pagador (art. 1º, III), do usuário-pagador (art. 1º, IV), do protetor-receptor (art. 1º, V) e da internalização de custos sociais e ambientais (art. 1º, VIII). Nesse contexto, destacam-se ainda os princípios das responsabilidades comuns, porém diferenciadas (art. 1º, VI) e do direito de acesso à informação, participação pública no processo de tomada de decisão e acesso à justiça nos temas relacionados à mudança do clima (art. 1º, IX). Além disso, o PlanClima-SP considera, explicitamente, a necessidade de se distribuir os benefícios de sua implementação de maneira justa e equitativa. Algumas ações do PlanClima-SP, nesse sentido, buscam aumentar a resiliência das populações mais vulneráveis aos impactos da mudança do clima. Nesse contexto, destacam-se as ações 21 - Incrementar o provimento habitacional para população de baixa renda, 27 - Incluir análise de vulnerabilidade climática [...] nos empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental ou estudo de impacto de vizinhança. Tais ações, no entanto, não abordam explicitamente todos os grupos vulneráveis listados pelo próprio PlanClima-SP, razão pela qual o item foi avaliado em estágio inicial.

  • 33/100FinanciamentoFinanças e gastos públicos

    F1-D · Estágio inicial

    A Secretaria da Fazenda divulga relatório, anual, com os valores executados das ações que contribuem para o enfrentamento da mudança do clima. No entanto, o relatório, como instrumento de transparência, é limitado. Os dados não são publicados de modo desagregado, não há banco de dados ou painel que permita o isolamento de ações ou programa específicos para análise. Por consequência, não é possível exportar tais dados para formatos abertos como planilhas eletrônicas ou valores separados por vírgulas (CSV). Além disso, não é possível acompanhar o andamento das ações de modo continuo ao longo do ano e não há dados históricos para as ações elencadas. Não é possível, também, acompanhar os empenhos, liquidações e pagamentos oriundos de cada uma dessas ações. Em razão disso, o item foi classificado em estágio inicial.

  • 33/100FinanciamentoFinanças e gastos públicos

    Identificação e rastreamento do gasto climático · Estágio inicial

    A Secretaria da Fazenda elabora, anualmente, documento gerencial que estabelece uma relação entre as ações orçamentárias constantes do plano plurianual com as diretrizes e ações do Plano de Ação Climática do município de São Paulo (PlanClima-SP). O referido documento, no entanto, não adota rubricas específicas para delimitar os gastos cujo objetivo principal seja mitigação ou adaptação às mudanças climáticas bem como não permite identificar gastos que contribuam negativamente para os objetivos climáticos. Em razão disso, o item foi avaliado como em estágio inicial.

Alertas

Sinais para proteção, financiamento e controle

Clique no alerta para ver o comentário original do Painel que o fundamenta. Menções a recursos não comprovam pagamento, execução de obra ou atendimento a bairros.

Evidências financeiras

Orçamento, PPA, LOA, programas e valores

Evidências sociais

Populações vulneráveis e justiça climática

O ClimaJusta usa a pontuação operacional 0/33/67/100 a partir do estágio do Painel ClimaBrasil. A fila de atenção (G3, G6, P5) é um sinalizador de necessidade potencial — não ordem de benefício nem sentença de justiça climática. Não constitui classificação oficial do TCU. Menções a orçamento ou valores nos comentários não comprovam pagamento, execução de obra ou atendimento a bairros.

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