Município

Manaus

Faixa de maturidade: Estágio inicial · Média operacional 47.0/100 · Atenção #22

Financiamento: 40.8Governança: 53.7Políticas públicas: 43.1

Fonte no painel oficial: am-manaus

Fila de atenção

Por que Manaus está aqui?

Posição #22 de 51 entes do Painel · índice de prioridade 62.8

Manaus aparece na posição #22 porque apresentou necessidade 67 em exposição climática (G3), 56 em vulnerabilidade (G6) e 67 em capacidade de resposta (P5), segundo os indicadores do Painel ClimaBrasil. O índice é um sinalizador de necessidade potencial de atenção — não uma sentença de justiça climática.

  • G3

    Exposição / gestão de riscos

    67

    necessidade · peso 45% · maturidade 34

  • G6

    Vulnerabilidade e equidade

    56

    necessidade · peso 35% · maturidade 44

  • P5

    Capacidade de resposta

    67

    necessidade · peso 20% · maturidade 33

G3 × 45%G6 × 35%P5 × 20%

Fonte exclusiva desta posição: indicadores do Painel ClimaBrasil. Não criamos dado novo — aplicamos uma regra transparente aos componentes selecionados.

O que o Painel já mostra

Diagnóstico a partir dos indicadores-chave

Recorte direto da base oficial do Climathon para Manaus.

Indicadores de risco, vulnerabilidade, participação, equidade e financiamento
IndicadorSituação
G3A: Mapeamento de riscos climáticos
G6A: Análise de vulnerabilidades sociais
G6B: Participação de grupos vulneráveis
G6C: Equidade nas ações climáticas
F1B: Identificação e rastreamento do gasto climático

Por que isso importa

Manaus já conhece parte dos seus riscos e vulnerabilidades, mas apresenta fragilidades na participação das populações vulneráveis e no rastreamento do gasto climático. O ClimaJusta organiza essas informações do Painel ClimaBrasil como sinalizador de necessidade potencial de atenção — sem afirmar pagamento, execução de obra ou atendimento a bairros quando a base não comprova, e sem medir justiça climática como veredito.

Itens pontuados

44

Registros no Painel

45

Alertas

0

15 componentes

Pontuação por componente do Painel

Médias operacionais (0/33/67/100) nos componentes G1–G7, P1–P5 e F1–F3 da metodologia oficial.

  • G7 · Governança

    Atuação do Legislativo e Judiciário

    16.5/100 · 2 itens

  • P2 · Políticas públicas

    Estratégias de adaptação

    22.0/100 · 3 itens

  • P1 · Políticas públicas

    Estratégias de mitigação

    33.0/100 · 3 itens

  • F1 · Financiamento

    Finanças e gastos públicos

    33.2/100 · 4 itens

  • P5 · Políticas públicas

    Defesa civil e risco de desastre

    33.3/100 · 3 itens

  • G3 · Governança

    Gestão de riscos

    33.5/100 · 2 itens

  • G6 · Governança

    Justiça climática

    44.3/100 · 3 itens

  • F2 · Financiamento

    Captação de recursos

    44.7/100 · 3 itens

  • F3 · Financiamento

    Mobilização de investimentos privados

    50.0/100 · 2 itens

  • G5 · Governança

    Engajamento das partes interessadas

    50.0/100 · 2 itens

  • P4 · Políticas públicas

    Políticas públicas e adaptação

    50.0/100 · 4 itens

  • G1 · Governança

    Quadro legal e regulatório

    66.7/100 · 3 itens

  • G4 · Governança

    Coordenação horizontal e vertical

    66.7/100 · 3 itens

  • P3 · Políticas públicas

    Políticas públicas e mitigação

    67.0/100 · 4 itens

  • G2 · Governança

    Estrutura governamental

    78.0/100 · 3 itens

Maiores lacunas

Itens com menor pontuação

  • 0/100FinanciamentoCaptação de recursos

    F2-C · Sem progresso

    Atualmente, o Município de Manaus não possui procedimentos consolidados que assegurem o monitoramento contínuo ou regular (ao menos uma vez ao ano) das ações de captação de recursos destinados à execução de políticas climáticas. Da mesma forma, não existem sistemas, relatórios, websites ou outras ferramentas específicas que disponibilizem de forma contínua, atualizada e transparente informações sobre a captação de tais recursos. Adicionalmente, as informações não são estruturadas nem divulgadas em formato de fácil acesso que permita a compreensão por qualquer cidadão, órgão de controle ou parte interessada, inexistindo mecanismos de dados abertos, linguagem simples ou transparência ativa sobre o tema.

  • 0/100GovernançaAtuação do Legislativo e Judiciário

    G7-B · Sem progresso

    Nos últimos cinco anos, a Controladoria-Geral do Município de Manaus (CGM) não realizou auditorias cujo foco principal fosse relacionado às mudanças climáticas. As informações disponíveis indicam que a atuação da CGM tem se concentrado em auditorias de natureza contábil, financeira, operacional e de conformidade, voltadas à legalidade e eficiência da gestão administrativa municipal, sem contemplar especificamente a pauta climática. Embora alguns trabalhos tenham interface com questões ambientais - por exemplo, auditorias em contratos de limpeza urbana, drenagem ou obras de infraestrutura, não foram identificadas auditorias direcionadas à mitigação ou adaptação às mudanças do clima, tampouco relatórios públicos que incluam riscos climáticos como objeto central. Assim, no âmbito do controle interno municipal, não há mecanismos formais ou práticas consolidadas de auditoria climática conduzidas pela CGM até o momento.

  • 0/100FinanciamentoFinanças e gastos públicos

    Identificação e rastreamento do gasto climático · Sem progresso

    O Município de Manaus desenvolve programas e ações voltados ao enfrentamento das mudanças climáticas, como o Manaus Verde, os Igarapés de Manaus e a Rede de Micro e Macrodrenagem, que contemplam medidas de mitigação e adaptação por meio de arborização urbana, revitalização hídrica e obras de drenagem, evidenciando compromisso com a pauta climática e ambiental no planejamento público. Contudo, apesar desses avanços, ainda não existem mecanismos específicos e sistemáticos para identificar, de forma abrangente, todas as despesas orçamentárias - diretas e indiretas - relacionadas a ações climáticas, nem para classificar gastos potencialmente prejudiciais aos objetivos ambientais, como subsídios perversos ou atividades intensivas em carbono. Atualmente, a identificação ocorre apenas de forma indireta, a partir de dotações vinculadas a funções e secretarias, sem categorização orçamentária própria. Assim, conclui-se que, embora o município já tenha iniciado a incorporação da agenda climática em seus instrumentos de planejamento, a classificação e o monitoramento das despesas nessa área permanecem em estágio inicial, demandando metodologias específicas que permitam consolidar uma gestão fiscal efetivamente alinhada às metas de mitigação e adaptação climática.

  • 0/100GovernançaGestão de riscos

    Mapeamento de riscos climáticos · Sem progresso

    O município de Manaus ainda não possui um mapeamento consolidado de riscos e vulnerabilidades climáticas atualizado nos últimos 5 anos que seja baseado em metodologias científicas amplas ou em plataformas oficiais de clima. Existem, porém, iniciativas institucionais recentes que demonstram esforços nesse sentido. O Decreto nº 5.915/2024 instituiu o Comitê Gestor de Redução de Riscos de Desastres (CGRRD), com a finalidade de planejar, monitorar, acompanhar e apoiar a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR), em cooperação com a União e a Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A Portaria nº 107/2024 - GPRES/IMPLURB designou formalmente os membros do Comitê, incluindo representantes de secretarias estratégicas (Saúde, Infraestrutura, Assistência Social, Meio Ambiente) e da própria UFAM, com grupos de pesquisa especializados. Além disso, o Decreto nº 6.157/2025 instituiu o Comitê Municipal de Mudanças Climáticas, e o Plano de Ação Climática de Manaus (2025), em elaboração, prevê a produção de um Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e um Levantamento de Riscos e Vulnerabilidades Climáticas. Assim, embora ainda não exista um mapeamento concluído com periodicidade recente, há estrutura formal, atribuição de responsabilidades e processo em curso para elaborar estudos técnicos com base científica.

  • 0/100Políticas públicasEstratégias de adaptação

    P2-A · Sem progresso

    O município de Manaus atualmente não possui um plano de adaptação aprovado e em vigor que cumpra todos os requisitos de avaliação de riscos, definição de metas e ações multissetoriais. Contudo, o Plano de Ação Climática (PAC) em elaboração (2024-2025) tem previsão de um componente de Análise de Vulnerabilidade e Riscos Climáticos, com base em projeções científicas, integrando as diretrizes do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e do Acordo de Paris. O Plano de Trabalho do PAC define a produção de diagnóstico de riscos climáticos, enquanto a Proposta Técnica e Financeira detalha a metodologia e destaca a articulação com setores como transporte, saneamento, energia, uso do solo e habitação. Além disso, instrumentos já existentes como o Decreto nº 5.915/2024, que instituiu o Comitê Gestor de Redução de Riscos de Desastres, e a Portaria nº 107/2024/IMPLURB, que designa seus membros, demonstram esforços institucionais em temas relacionados à adaptação e resiliência. Apesar disso, Manaus não tem ainda um plano de adaptação finalizado, com objetivos e metas multissetoriais formalmente aprovados.

Alertas

Sinais para proteção, financiamento e controle

Clique no alerta para ver o comentário original do Painel que o fundamenta. Menções a recursos não comprovam pagamento, execução de obra ou atendimento a bairros.

Nenhum alerta automático para este ente nesta rodada.

Evidências financeiras

Orçamento, PPA, LOA, programas e valores

Evidências sociais

Populações vulneráveis e justiça climática

O ClimaJusta usa a pontuação operacional 0/33/67/100 a partir do estágio do Painel ClimaBrasil. A fila de atenção (G3, G6, P5) é um sinalizador de necessidade potencial — não ordem de benefício nem sentença de justiça climática. Não constitui classificação oficial do TCU. Menções a orçamento ou valores nos comentários não comprovam pagamento, execução de obra ou atendimento a bairros.

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